domingo, 25 de julho de 2010

As vezes,

precisamos sair de nossa própria realidade. Para que possamos pensar, para que possamos refletir, para ver a vida uma outra forma, com outros olhos. E finalmente, dar valor ao que temos.
Posso dizer com certeza, que é mais fácil resolver os problemas dos outros, do que os nossos. Não concorda?
 Então, se encarássemos  nosso problemas como não sendo nossos, seriamos capaz de resolvê-los? Creio que sim. Creio que por isso, quando fugimos de nossa realidade, do nosso mundo real, fica tão mais fácil organizar os pensamentos. Vê-los de outra forma, com um olhar mais sério, mais crítico. E não um olhar de pessoa desesperada, que aceita tudo, apenas por não ter uma solução aparente. Raciocinamos, pensamos em várias possibilidades, soluções. Afinal, o problema não é mais seu. Certo?
Talvez hoje, seja o dia em que você deva fugir. Sei que você tem vários problemas, e mesmo que não os assuma, isso lhe consome por dentro a cada dia, sem que as vezes não possa contar aos outros. Que seja então hoje o dia que você irá se libertar de todos eles. Desligue o computador, saia do msn, orkut, facebook, twitter, etc. Saia da TV. Vá ler um livro, ou apenas escutar música. Conversar com a família. Você pode fazer muito mais do que conversar com seus amigos. Você é capaz de mudar o mundo, é só querer.
Então fuja! Corra para bem longe da sua realidade, descarte aquilo que tanto te atormenta, porque uma hora isso vai parar, tudo vai se resolver. Acredite, você é capaz.

domingo, 11 de julho de 2010

O medo de amar



Uma das coisas que mais me intriga nos dias de hoje, é o medo de amar das pessoas. Quando eu falo de amor, não penso somente naqueles pelo qual eu daria minha vida, mas também nos meus amigos, aqueles que convivem comigo.
Já pensei na possibilidade, e acho que é uma das mais prováveis que imaginei, de que as pessoas não amam apenas por medo de se decepcionar. Amar pode sim ser uma decepção, mas nem sempre esse amor pode terminar assim.
O maior erro das pessoas é acreditar que amor é como nos contos de fadas, onde a princesa ama o príncipe, e eles vivem felizes para sempre. Talvez seja um erro acreditar nesse ideal, talvez seja um erro apresentar as crianças o amor de uma forma tão perfeita, pois quando crescerem, quando tiverem seu primeiro amor, e ele não terminar em um “felizes para sempre”, vão considerar isso uma decepção, e isso poderá se tornar um enorme trauma.
Outro erro, talvez não tão grande quanto o anterior, é dos pais, que quando uma criança diz que está “amando” o amiguinho, ou amiguinha, eles a reprimem, e falam que amor só deve ser dado a pai e mãe.
Por que tão grande medo de dizer “eu te amo”? Por que admitir que o que sentem é amor, é tão difícil para algumas pessoas?
O amor tem várias interpretações, pode ser dado de várias formas, a várias pessoas de diferentes importâncias para nós.
Não, não quero que um “eu te amo” se torne algo banal, dito a qualquer um como forma de agradecimento a algo, ou até mesmo por interesse. Mas que nós, quando estivermos sentido isso, não tivéssemos medo de dizer. Por que não dizer para alguém essencial na sua vida que a ama?
Deixo bem claro, que amor que aqui eu falo, não é somente por alguma pessoa do sexo oposto, mas sim, o amor de verdade, aquele que sentimos por qualquer pessoa essencial para nós, qualquer pessoa pela qual seriamos capaz de chorar junto ao vê-la sofrer. Deixo bem claro também, que essa é a minha interpretação de amor, e que cada pessoa tem seu ideal de sobre o que é esse sentimento tão forte, e elas tem o direito de da-lo a quem quiser.
Acredito em uma frase, que diz que o amor de verdade não é atração é amizade, e talvez seja por acreditar nela que meu medo de amar não seja igual ao das outras pessoas. Pois muitos dos argumentos que já ouvi sobre não dizer o “te amo”, dizem algo como dizer isso somente no momento certo, a pessoa certa. E no caso, seria essa pessoa certa alguém do sexo oposto. Mas por que não dizer eu te amo a um amigo, ou amiga? De fato ele não te faz bem da mesma forma que faria a “pessoa certa?
Esse assunto é algo que nos faz pensar, refletir, mudar de opinião várias e várias vezes. É algo que parece tão simples para uns, e tão complicado para outros. O fato é que o amor é umas das maiores incógnitas da sociedade até hoje.